A ação que denuncia o Partido Social Cristão (PSC) por usar candidatas laranjas nas eleições de 2022 foi adiada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) nesta segunda-feira (18). O julgamento, que estava marcado para hoje, foi remercado para janeiro de 2024 a pedido dos advogados do PSC, que informaram estar com Covid-19.
O PSC é acusado pelo Partido Social Democrático (PSD) e pelos suplentes de deputado estadual Inácio Melo (PSDB) e Edson Araújo (PSB) de fraudar a cota de gênero, que determina que pelo menos 30% dos candidatos sejam do sexo feminino.
Se o PSC for condenado, poderá perder os mandatos de Wellington do Curso e Fernando Braide, deputados estaduais eleitos pelo partido em 2022. Além do PSC, o Podemos também é alvo de ações por fraude à cota de gênero, que podem cassar todos os seus deputados estaduais.
Os julgamentos podem mudar a composição da Assembleia Legislativa do Maranhão.

